Patrocínio

Prévia da inflação é a menor para março desde 2012

IPCA-15, considerado a prévia da inflação oficial, desacelerou de 1,42% em fevereiro para 0,43% em março, com menor alta dos alimentos, diz IBGE

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial, desacelerou para 0,43% em março, sobre alta de 1,42% no mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pesquisa da Reuters com economistas estimava alta de 0,55% para o período. O resultado foi menor para março desde 2012, quando ficou em 0,25%.

No acumulado dos últimos 12 meses, o índice foi de 9,95%, recuando dos 10,84% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.

Dos nove grupos pesquisados, apenas os Artigos de Residência e de Vestuário deixaram de apresentar desaceleração nas taxas de crescimento, quando comparadas ao mês anterior.
Alimentos e Bebidas, responsáveis por 46% do índice do mês, tiveram redução significativa, passando de 1,92% de fevereiro para 0,77% em março, de acordo com o IBGE. Entre os destaques de baixa estão o tomate (-19,21%) e a batata-inglesa (-4,61%).

O grupo Habitação também contribuiu para a baixa deste mês, passando de alta de 0,40% em março para deflação de 0,52% em março. Dentro deste grupo, o destaque foi o item energia elétrica, que registrou queda de 2,87% neste mês. Também em queda, o grupo Transportes passou de 0,45% em fevereiro para 0,08% em março.

Por região, os maiores foram os de Goiânia (0,67%) e de Porto Alegre (0,66%). Já o menor índice foi registrado na região metropolitana do Rio de Janeiro (0,11%).

 fonte:veja.abril.com.br

Desemprego atinge 8,2%

Resultado é maior do que o registrado em janeiro, de 7,6%, e também superior ao visto em fevereiro de 2015, de 5,8%, segundo dados da PME



O desemprego no Brasil atingiu 8,2% em fevereiro, índice maior do que o registrado em janeiro, de 7,6%, e também superior ao visto em fevereiro de 2015, de 5,8%, segundo informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quarta-feira. O resultado foi o maior para o segundo mês do ano desde 2009, quando chegou a 8,5%. Considerando todos os meses, é a mais elevada desde maio de 2009, quando ficou em 8,8%.
Em fevereiro, a população desocupada cresceu 7,2% em relação a janeiro e alcançou 2 milhões de pessoas. Já na comparação com o mesmo mês de 2015, o aumento foi de 39%. Já a a população ocupada foi estimada em 22,6 milhões, uma queda de 1,9% em relação ao mês anterior e de 3,6% sobre fevereiro do ano passado.
Já o rendimento médio real dos trabalhadores foi estimado em 2.227 reais. Este resultado ficou 1,5% menor do que o estimado em janeiro (2.262 reais) e 7,5% abaixo do apurado em fevereiro de 2015 (2.407 reais).

fonte: veja.abril.com.br

Mesmo com Estação MOVE cai número de passageiros de ônibus em Belo Horizonte


Apesar da implantação do Move, total de passageiros das linhas da capital mineira recua pelo sexto ano consecutivo. Crise econômica e maior número de feriados puxam a queda.

Moradora na Pampulha, Daniela Martins, de 28 anos, planeja comprar uma moto, em abril próximo, para “não sofrer mais nos ônibus em Belo Horizonte”. Por diferentes motivos, o número de passageiros no principal transporte público da capital vem caindo. Nem mesmo o Move, que este mês completou dois anos, foi capaz de evitar quedas surpreendentes. Em direção oposta, a frota na cidade continua avançando.

Pela sexta vez consecutiva, o total de passageiros nas linhas da cidade, incluídas as que não integram o Move, recuou no confronto de meses idênticos em anos contínuos. No último levantamento, por exemplo, houve uma diminuição de 3 milhões de usuários entre janeiro de 2016 (30.692.468 pessoas) e o de 2015 (33.746.576) – recuo de 9,1%.

Já a frota aumentou em quase 50 mil unidades na mesma base de comparação, de 1.662.305 unidades para 1.711.139 – alta de 2,9%. O mesmo percentual foi apurado na comparação entre todo o acumulado de 2014 e o de 2015, quando o número de veículos foi de 1.664.487 para 1.714.233. Por outro lado, houve queda no total de passageiros nos ônibus da cidade.

Quase 9 milhões de usuários deixaram de embarcar nos coletivos de BH no confronto entre os últimos dois anos: 448.316.052 pessoas, em 2014, e 438.937.197 em 2015 – redução de 2%. Daniel Marx, diretor de Transporte da BHTrans, atribui diferentes mudanças para cada base de comparação.

De acordo com ele, a queda no número de usuários no confronto entre 2015 e 2014 se deve, em grande parte, aos feriados nacionais e aos números de fins de semana. No ano passado, 10 feriados nacionais caíram em dias úteis. No outro, oito datas.

“Esse percentual (2%) deve-se aos sábados, domingos e feriados. Se o feriado cai numa terça ou numa quinta, por exemplo, muita gente emenda. Portanto, o percentual está dentro da margem de feriados e dias úteis atípicos”, disse ele, ponderando, contudo, que a queda relacionada ao confronto entre os meses de janeiro de 2016 e 2015 ocorre, sobretudo, em relação à crise econômica.

“Em momento de crise, há fator favorável e desfavorável ao transporte. Se a crise gera aumento de desemprego, é uma situação desfavorável, pois é menos pessoas indo trabalhar”, avaliou. E a taxa de desocupação subiu nessa base de comparação. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o percentual de desocupados quase dobrou de um ano para o outro.

A taxa entre a população desempregada na cidade subiu de 4,1%, em janeiro de 2015, para 6,9% na capital no mesmo mês desse exercício. O aumento no chamado exército de mão de obra à disposição do mercado puxa para baixo a média dos salários oferecidos pelos empregadores. Em BH, para se ter ideia, o rendimento médio caiu de R$ 1.440,96 para R$ 1.255,06.



AJUSTE A professora da PUC Minas Andreia Santos, especialista em trânsito e doutora em sociologia, avalia que as quedas no número de passageiros de transporte público estão relacionadas, sobretudo, à migração para o uso de veículos privados e ao desemprego. Ela destaca ainda que, no caso do Move, “dois anos ainda é considerado tempo de ajuste do sistema”.

Porém, ela avalia que algumas mudanças precisam ser feitas, como aumentar a quantidade de bairros atendidos pelo sistema. “Alguns bairros ficaram desguarnecidos”.

O engenheiro Mateus Araújo Maia, especialista em transporte, observou, no artigo “Inconsistência na estrutura de transporte público das cidades brasileiras”, que, dependendo da área, o Move disputa espaço com veículos comuns. “O corredor (do Move), com via exclusiva de segregação total por canaleta para tráfico de ônibus da cidade de Belo Horizonte, não se estende às principais origens e destinos que têm o maior fluxo de usuários”.

Fonte:www.em.com.br/

 

Boa Hora, supera expectativas

Projeto que reúne 19 grandes incorporadoras e construtoras de Minas, Boa Hora surpreende mercado. Em apenas uma semana foram mais de 23 mil acessos ao site

Central Park Shopping & Residence - Concreto Engenharia/Divulgação


Pouco mais de uma semana depois de seu lançamento, o projeto Boa Hora – iniciativa de 19 das maiores incorporadoras do mercado imobiliário de Minas Gerais, com o apoio do Sindicato da Construção Civil do Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG) –, já está rendendo frutos. O portal (www.boahorabh.com.br), que reúne parte dos estoques das empresas em um único ambiente virtual com preços e condições de negociação mais favoráveis aos clientes, vem atraindo interessados e se mostrando ótima ferramenta de aproximação entre as construtoras e seus clientes. plataforma disponibilizará ao público, até 3 de maio, boas oportunidades de imóveis residenciais e comerciais. São 43 empreendimentos, avaliados em cerca de R$ 500 milhões. O principal objetivo da inédita união das incorporadoras em Minas é mostrar ao consumidor que este é o momento ideal para o investimento imobiliário, já que os lançamentos futuros terão, invariavelmente, preços acima dos praticados atualmente.

Disponibilizado ao público na noite do último dia 3, o portal Boa Hora, segundo Tarcio Barbosa, integrante do comitê responsável pelo projeto e diretor de marketing e vendas da Canopus, “surpreendeu”. Em uma semana, foram mais de 23 mil acessos ao site e 100 mil visualizações de páginas. Os imóveis foram segmentados em quatro faixas de preço: até R$ 250 mil; de R$ 250 mil a R$ 500 mil; de R$ 500 mil a R$ 750 mil; e acima de R$ 750 mil. Empreendimentos residenciais e comerciais são oferecidos simultaneamente, mas a interface inteligente da plataforma se adapta ao perfil do usuário, otimizando as buscas e melhorando a experiência do usuário. “É interessante observar que existe a procura nos quatro segmentos e muitos dos visitantes do portal já se cadastraram e demonstraram interesse pelos imóveis”, analisa Barbosa.

Segundo os dados apresentados, a relação entre os visitantes do portal e os que se inscreveram e demonstraram interesse por um imóvel específico foi bem alta. Foram mais de 4 mil cadastrados em pouco mais de uma semana de funcionamento, número que representa 17% das pessoas que visitaram o site.

“Se conseguirmos manter esse ritmo, vai ser um bom negócio para todas as 19 construtoras participantes do projeto. Não tenho os números de cada um, pois é bem individual, mas sei que, mesmo nesse curto período, já foram realizadas vendas. No caso da Canopus, já tivemos várias propostas. O resultado está superando nossas expectativas”, aponta o executivo.

Fazem parte do projeto as construtoras Canopus, Conartes Engenharia, Concreto Empreendimentos, Direcional Engenharia, EPO Engenharia, Katz, MASB Desenvolvimento Imobiliário, MRV, NeoCasa, Novolar, Patrimar Engenharia, PHV, Precon Engenharia, RKM Engenharia, Sancruza Incorporações, Somattos, Terrazzas, Tetum Engenharia e Valadares Gontijo. Para Barbosa, o impacto inicial do Boa Hora “está deixando todos muito animados”.

O executivo afirma que, mais que curiosos, o perfil das pessoas que acessam o portal, pelo número de cadastros, concentra pessoas realmente interessadas em adquirir um imóvel. “Sinto que a qualidade das pessoas que estão acessando o site são de interessados em comprar, e não só por curiosidade, para ver se tinha alguma coisa especial. Acho que a campanha acertou. O mote foi muito bom e a linguagem acertada, despertando real interesse na população”, comenta.

ESTÍMULO O anúncio das novas regras de financiamento da Caixa Econômica Federal nesta semana foi, segundo Barbosa, mais uma boa notícia para o setor. O banco público voltou a financiar 80% do valor do imóvel, estimulando ainda mais o mercado imobiliário da capital, que, nos primeiros meses deste ano, já apresentou reaquecimento.

“Voltamos a buscar aqueles que tinham perdido a condição de compra e essa notícia é mais um estímulo para que a pessoa volte a procurar, até pelo receio de a regra mudar outra vez. Estamos em um cenário de muita instabilidade. Na hora em que você dá uma notícia dessa, existe uma camada da população que volta ao mercado para responder a isso. Muitos que estavam procurando imóvel foram obrigados a desistir quando a Caixa anunciou a alteração da condição de financiamento. Com a mudança na regra, essa pessoa vai correr para realizar seu sonho de ter a casa própria. E quer decidir o mais rápido possível, por receio de perder a oportunidade”, completa.


CONFIRA ALGUMAS OPORTUNIDADES
ATÉ R$ 250 MIL
Ville Bélgica Betim - Precon/Divulgação Ville Bélgica Betim

» Ville Bélgica Betim
Construtora: Precon
• Rua São Julião, 217, São João
• 2 quartos
• 47,4m²
• 1 vaga de garagem
Diferenciais: Espaço gourmet; quadra poliesportiva

» Gran Felicitá
Construtora: Direcional
• Avenida Presidente Tancredo Neves, 3.020, Castelo
• 1 quarto com closet, 2 e 3 quartos com suíte
• 56m² a 71m²
• 1 e 2 vagas de garagem
Diferenciais: Piscina adulto e infantil, churrasqueira, bar, deque, salão de festas, fitness, quadra, solarium, salão de jogos, varanda de jogos, espaço família, espaço gourmet, quadra, playground, sauna, bicicletário, espaço de convivência, praça de leitura, campo gramado, espaço kids, praça de lazer, pista de caminhada

» BHM 2600 Empresarial
Construtora: EPO
• Avenida Barão Homem de Melo, 2.600, Nova Granada
• Salas a partir de 31,5m²
• 2 andares de garagem
Diferenciais: 4.000m² de área construída, 2 lojas no térreo de 400m² e 451m², 2 salas cobertura com terraço, 2 elevadores, banheiros para visitantes adaptados para portadores de necessidades especiais
em todos os pavimentos

ENTRE R$ 250 MIL E R$ 500 MIL

» Central Park Shopping & Residence
Construtora: Concreto
• Avenida Úrsula Paulino, 1.321, Betânia
• 2 quartos e 3 quartos com suíte
• 54,84m² a 74,69m²
• 1, 2 e 3 vagas de garagem
Diferenciais: Quadra, playground, salão de festas, piscina adulta e infantil, sauna, espaço kids, home theater

» Constelação
Construtora: Canopus
• Rua José da Silva Passos, 355, Alto Boa Vista
• 2 e 3 quartos, com suíte e varanda
• 60,09m² a 77,33m²
• 1 e 2 vagas
Diferenciais: Espaço gourmet com churrasqueira, piscinas infantil e adulto com deque molhado e raia, salão de festas, quadra poliesportiva, espaço fitness, playground

DE R$ 500 MIL A R$ 750 MIL

Central Park Shopping & Residence - Concreto Engenharia/Divulgação
Central Park Shopping & Residence
Ville Celestine - PHV Engenharia/Divulgação Ville Celestine

» Ville Celestine
Construtora: PHV
• Avenida Guaicuí, 596, Luxemburgo
• 1 ou 2 quartos
• 88,23m²
• 2 vagas de garagem
Diferenciais: Área de lazer com piscina adulto com raia e infantil, playground, salão de jogos, sauna e descanso, espaço fitness, churrasqueira, espaço gourmet, salão de festas, sanitários

» Today Residence
Construtora: Terrazzas
• Rua Pedro Sigaud, 385, Grajaú
• 2 e 3 quartos
• Apart hotel
• 1 vaga de garagem
Diferenciais: Sauna, lounge panorâmico, piscina com borda
infinita e spa


A PARTIR DE R$ 750 MIL
» Condomínio Bordeaux Residence

Construtora: Conartes
• Avenida de Ligação, 620, Vila da Serra (Nova Lima)
• 4 suítes, sendo a master com hidro e closet
• 230m², 253,32 m², 293,89m², 333,20m²
• 4 ou 5 vagas de garagem
Diferenciais: Churrasqueira, piscina aquecida infantil, playground, piscina com raia, aquecida e coberta, sauna a vapor integrada à piscina, espaço de descanso, piscina aquecida descoberta, quadra esportiva, quadra de tênis de saibro coberta, espaços fitness, gourmet e kids,dois salões de festas, home cinema, salão de jogos,
espaço mulher, espaço

» Residencial Springfield
Construtora: Patrimar
• Rua Tavares Bastos, 413, Cidade Jardim
• 4 quartos, sendo 2 suítes e 2 semissuítes
• 143m² a 281m²
• 3 e 4 vagas de garagem
Diferencias: Lazer completo entregue mobiliado e decorado, piscina climatizada e infantil, sauna, espaços kids, massagem e gourmet, salão de festas, playground, fitness, quadra e salão de jogos

Condomínio Bordeaux Residence - Conartes Engenharia/Divulgação
Condomínio Bordeaux Residence

 FONTE:estadodeminas.lugarcerto.com.br

Sem licenças, Vale pode cortar metade das operações em Minas Gerais

fonte:Otempo

Num momento em que falta dinheiro no Estado até mesmo para pagar os salários dos servidores, a Vale, uma das maiores geradoras de impostos, anuncia que se o governo mineiro não liberar licenciamentos ambientais pendentes e essenciais para manter as operações, a empresa terá que cortar pela metade a produção de minério de ferro em Minas Gerais, nos próximos três anos. Ao todo, 88 projetos aguardam liberação de licenças, mas 25 seriam de extrema urgência. Segundo o gerente-executivo de planejamento estratégico da Vale, Lucio Cavalli, o caso mais crítico é o da mina de Brucutu, que pode ser paralisada no próximo mês. Mas também correm risco minas em Itabirito e Itabira. 

Na divisa de São Gonçalo do Rio Abaixo e Barão de Cocais, Brucutu é a maior mina da Vale em Minas, com produção aproximada de 30 milhões de toneladas/ano. Cavalli afirmou que a barragem de rejeitos da mina de Brucutu está operando em seu nível máximo e precisa de uma nova, que já está pronta há mais de seis meses, esperando só a Licença de Operação. “Se não conseguirmos, teremos impacto na empregabilidade”, disse. 

Prefeitos da região estão preocupados. “Se a mina fechar por falta de barragem, vai ser um impacto violento para toda a região. Só de empregos diretos são mais de 3.000”, afirma o prefeito de Barão de Cocais, Armando Verdolin.

O presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Fernando Coura, afirma que não gosta nem de pensar na possibilidade da Vale reduzir a produção. “Ela é hoje a empresa que mais compra no Estado, é a maior consumidora de energia elétrica e combustível; é a maior demandante de serviços como transporte, padaria segurança, materiais como rolamento, uniformes, manutenção. E aí você pode imaginar: Minas sem minas é Minas sem coração”, afirma Coura. 

Segundo ele, no exato momento em que a Vale deixar de produzir no Estado, vai transferir para outro local, como o Pará e até mesmo para outros países, como Austrália ou Canadá. “Uma vez transferida essa produção de minério de ferro, nunca mais vamos recuperar”, ressalta Coura. Ele acredita que o governo mineiro vai liberar as licenças. 

A demora na liberação das licenças tem sido atribuída ao aumento do rigor desde a tragédia da barragem da Samarco, quando foi criada uma força-tarefa para analisar minuciosamente os pedidos. Segundo o deputado estadual Gil Pereira (PP), também falta mão de obra no sistema responsável. “Vamos mostrar ao governador a importância de se liberar essas licenças, para que ele seja sensível à geração de empregos. Depois do acidente da Samarco, criou-se uma demonização da mineração, mas tudo de importante que ela fez para o Estado não pode ficar para trás. Vamos cobrar celeridade”, afirma Pereira. 

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) informa que o pedido de concessão da Licença de Operação da barragem de rejeitos da mina Brucutu da Vale foi feito em agosto de 2015 e aguarda informações complementares pedidas à mineradora no dia 3 de novembro, dois dias antes da barragem da Samarco desabar. 

Em espera

Barragem Norte -Brucutu ( Necessidade: fev./2016)
LP/LI da Alteamento Barragem Itabiruçu ( Necessidade: Jun./2016)
LP/LI da disposição de Rejeito na Cava Cauê (Necessidade: Jul./2016)
LP da Barragem Maravilhas III (Necessidade:Jun./ 2016)
LP/LI da disposição de Lama Mina de Alegria (Necessidade: Mar./2016)
Gerdau tem prejuízo de R$ 3,1 bi

SÃO PAULO
. A Gerdau teve um prejuízo líquido ajustado de R$ 3,17 bilhões no quarto trimestre de 2015, revertendo lucro de R$ 393 milhões no mesmo período de 2014. No ano, a companhia reportou um prejuízo consolidado de R$ 4,596 bilhões frente lucro de R$ 1,488 bilhão em 2014. O balanço da companhia foi divulgado nesta terça.

O resultado foi afetado por impairment, ou seja, perdas pela não recuperabilidade de ativos, que no quarto trimestre alcançaram R$ 3,129 bilhões.

Desse total, a companhia explica que R$ 1,2 bilhão foi registrado como ágio na operação de negócios (ON) América do Norte, R$ 1,1 bilhão como ágio na de Aços Especiais e R$ 835 milhões no imobilizado da operação Brasil.

Deputados pedirão intervenção do governo na Usiminas
Deputados estaduais vão pedir ao governador Fernando Pimentel que interceda junto aos sócios da Usiminas, em busca de uma solução para a crise da siderúrgica. Segundo o deputado Antônio Carlos Arantes (PSDB), autor do requerimento, num primeiro momento o Estado pode agir como mediador entre ítalo-argentinos e japoneses, que não se entendem na gestão interna. “Num segundo momento, depois que os sócios resolverem, o governo do Estado pode sentar com eles e discutir questões fiscais e linhas de financiamento, por exemplo”, afirma Arantes.

Durante audiência pública realizada nesta terça, o vice-presidente da Força Sindical, Luiz Carlos Miranda, disse que a atual crise não tem a ver com gestão, mas sim com falhas das políticas do governo federal, por não proteger o mercado interno de aço, deixando a China colocar o produto até 30% mais barato. “Em 2010, a previsão de consumo de aço no Brasil era de 20 milhões de toneladas. Em 2011, a Usiminas investiu R$ 14 bilhões, apostando neste cenário, mas hoje a demanda caiu para 10 milhões.”

Segundo o deputado Agostinho Patrus, hoje existem dois caminhos possíveis. “Ou um sócio compra a parte do outro, ou separam os ativos. Não é possível que os mineiros convivam com a desvalorização e o prejuízo”, disse o deputado.

Custo da cesta básica em fevereiro aumenta em 13 capitais e cai em 14

A Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos aponta que as maiores altas na comparação com janeiro ocorreram na região Norte
 


O primeiro bimestre do ano foi particularmente mais oneroso para os moradores de Manaus / Foto: IDEME

O primeiro bimestre do ano foi particularmente mais oneroso para os moradores de Manaus

Foto: IDEME


O preço da cesta básica em fevereiro aumentou em 13 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), mas caiu em outras 14 localidades. A Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos divulgada nesta segunda-feira (14) aponta que as maiores altas na comparação com janeiro ocorreram na região Norte, enquanto as maiores quedas foram registradas em Vitória, Palmas e Campo Grande.

Os principais destaques de alta do mês ficaram por conta de Macapá (8,93%), Belém (8,64%) e Manaus (7,92%). Na outra ponta, Vitória (-8,45%), Palmas (-7,80%) e Campo Grande (-6,00%) registraram a maior deflação. 

Em São Paulo, onde o custo da cesta básica é mais elevado (R$ 443,40), o indicador apresentou retração de 1,10% na comparação entre fevereiro e janeiro deste ano.

Quando considerado o período de dois meses, o primeiro bimestre do ano foi particularmente mais oneroso para os moradores de Manaus (19,05%), Aracaju (18,43%) e Belém (15,60%). As únicas capitais a apresentarem queda no período foram Porto Alegre (-1,78%) e Campo Grande (-0,15%).

Salário

De acordo com o Dieese, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas em São Paulo deveria ser equivaler a R$ 3.725,01, ou 4,23 vezes mais do que o mínimo de R$ 880,00. Em janeiro, o mínimo necessário era estimado em R$ 3.795,24, ou 4,31 vezes o piso vigente, segundo o Dieese.

O levantamento considera o custo de São Paulo por se tratar da capital onde o preço da cesta básica é mais elevado.

fonte:jconline.ne10.uol.com.br

Nanico Car, carro 100% brasileiro


Deve começar a ser produzido ainda esse ano no Ceará e devemos ver os primeiros Nanico Car à venda.

Criado pelo designer brasileiro Caio Strumiello e seu sócio, o físico Paulo Roberto, o protótipo, que até então só foi produzido artesanalmente, recebeu um aporte de cerca de R$ 8 milhões da prefeitura do município cearense de São Gonçalo do Amarante.

Além disso, a administração municipal também vai doar o terreno e conceder benefícios fiscais para a construção da fábrica para produzir o modelo na cidade.

A unidade inicial vai ter capacidade de produzir até 500 veículos por mês, gerando cerca de 100 empregos diretos.

Dois modelos serão produzidos: tanto a gás quanto com motor elétrico, que segundo Roberto, “deve acabar dominando a produção, pois o custo para o consumidor será menor, com poluição zero”.

O Nanico Car tem 1,90 metro de comprimento, motor de 125 cilindradas e velocidade máxima de 80 km por hora, com capacidade para transportar duas pessoas.
A expectativa é que o carro custe a partir de R$ 15 mil.




 Fonte: Revista PEGN

Novo complexo comercial oferece mais de 700 salas e lojas na Raja Gabaglia Belo Horizonte

Empreendimento da Odebrecht tem valor geral de vendas de R$ 200 milhões e 52 mil m². Projeto paisagístico é assinado pelo arquiteto Benedito Abbud

 

A Odebrecht Realizações Imobiliárias (OR) entregou o Parque Avenida. O empreendimento, com valor geral de vendas de R$ 200 milhões e aproximadamente 52 mil metros quadrados (m²) de área construída, marca a chegada da empresa a Belo Horizonte. Localizado na Avenida Raja Gabaglia, na Região Oeste, o Parque Avenida, projetado pelo escritório Torres Miranda, é um complexo comercial formado por duas torres de nove pavimentos, com 668 salas e 40 lojas. Sua tecnologia, implementada desde a concepção do projeto, tem como conceito melhorar a qualidade de vida no ambiente de negócios. A sustentabilidade também é um dos diferenciais do empreendimento da Odebrecht, que é o primeiro de Minas Gerais a receber a certificação internacional AQUA.

Um dos principais diferenciais do Parque Avenida é a proposta inédita de praça de convivência aberta a um público flutuante, o que cria novo centro comercial e de serviços em uma região da cidade pronta para absorver a oferta. Construída em área de cerca de 4 mil metros quadrados, entre os dois prédios, a praça também conta com um mirante. Nesse espaço aberto de convivência serão oferecidos serviços como estacionamento e até mesmo tomadas para carregamento de veículos elétricos.


O espaço tem projeto paisagístico assinado pelo arquiteto Benedito Abbud. A decoração das áreas comuns do lobby, hall dos elevadores e Business Center tem assinatura do mineiro Carlos Alexandre Dumont, o Carico, arquiteto e decorador referência no Brasil.

fonte: estadodeminas.lugarcerto.com.br

Adoção de praças mais que triplica em São Paulo

  No total, 466 empresas, entidades ou pessoas físicas são zeladoras de praças

https://www.facebook.com/renatomendesengenharia

 Edifício Matarazzo: sede da Prefeitura de São Paulo (Foto: César Ogata/SECOM-SP )


Desburocratizado pela gestão Fernando Haddad (PT), o programa municipal de adoção de praças - em que a iniciativa privada se responsabiliza pela manutenção de áreas públicas -, saltou de 140 para 520 parcerias do fim de 2014 para o início deste ano. No total, 466 empresas, entidades ou pessoas físicas são zeladoras de praças.

Quando o projeto foi relançado, há um ano, a ideia era acelerar as adoções, que agora são formalizadas em no máximo 22 dias, e descentralizar os termos. Anteriormente, todo contrato precisava ser firmado pelo gabinete do prefeito; agora, para áreas menores do que 5 mil metros quadrados, caso da maioria, o acordo é feito diretamente na subprefeitura.

Com 75 praças adotadas, Pinheiros é a subprefeitura com mais parcerias do tipo, segundo informa a administração municipal. "Em 99,9% dos casos, é um acordo muito simples: a empresa ou a pessoa física faz um projeto de manutenção da área verde e nós aceitamos e fiscalizamos", explica a subprefeita de Pinheiros, Harmi Takiya. "Em alguns casos, o proponente também oferece serviços de segurança e outras melhorias." Em contrapartida, a empresa pode instalar no local uma placa de publicidade de 60 por 40 centímetros a cada 1,5 mil metros quadrados.

A diferença entre a gestão privada e a pública é notável. Um exemplo é a Praça Ramos de Azevedo, no centro da cidade. Em 2013, a empresa Votorantim, que conservava a área, "devolveu" o trabalho para a administração municipal. O cuidado não é mais o mesmo. No início do mês, havia bastante sujeira nos gramados e os chafarizes não estavam funcionando. Questionada sobre ambas as questões, a Subprefeitura da Sé apenas afirmou, em nota, que a praça "não possui termo de cooperação e recebe os serviços diários de limpeza e coleta".

Já na Rua Avanhandava, também na região central, a Brookfield cuida, desde junho, da Praça Recanto do Palhaço Sputnik. Pequeno, o espaço foi totalmente recuperado, com novo paisagismo. A empresa faz a limpeza semanal do local. Entretanto, há pichações - de acordo com a assessoria da imprensa da Brookfield, eliminá-las não faz parte do termo firmado.
Importante marco do centro paulistano, a Praça Princesa Isabel é cuidada pela Porto Seguro desde 2013. A empresa investe R$ 9 mil mensais na manutenção do espaço público. Em visita ao local, a reportagem notou lixo acumulado em diversos pontos e pichações no Monumento à Duque de Caxias, de Victor Brecheret.

"Nosso termo de cooperação com a Prefeitura prevê a manutenção geral da área de jardinagem, plantio de espécies adequadas ao local e poda de espécies de pequeno e médio portes. Além disso, varremos os resíduos (lixo de pequeno porte) dos passeios e calçadas da praça todos os dias pela manhã e à tarde", respondeu a empresa.
A Prefeitura ressaltou que o termo de cooperação firmado ali é somente para os cuidados com o paisagismo. "Os serviços de limpeza e coleta são realizados por equipes da subprefeitura", explicou a administração municipal, em nota. "Em relação às pichações, a limpeza, que é um serviço orientado pelo Departamento de Patrimônio Histórico, entrará na programação."

Análises
Arquitetos e urbanistas veem com bons olhos esse tipo de gestão privada do espaço público. "Seria ótimo se a Prefeitura conseguisse dar conta de oferecer o serviço com qualidade, mas não é assim. Deste modo, a parceria me parece uma solução muito boa para estimular a reativação desses nossos espaços, mantendo-os limpos, seguros, equipados, iluminados e bem cuidados", avalia o arquiteto e urbanista Henrique de Carvalho, do ateliê Tanta. "São felizes possibilidades de casamento entre o privado e o público", acredita a arquiteta e urbanista Adriana Levisky, do escritório Levisky Arquitetos Estratégia Urbana. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

fonte:http://epocanegocios.globo.com

Estações MOVE de Belo Horizonte

 Modernidade e funcionalidade em harmonia com a paisagem urbana foram os preceitos que nortearam o projeto das estações para os corredores rápidos de trânsito (BRT - Bus Rapid Transit).

A forma dos módulos (como são chamadas as estações) procura se fundir com a paisagem dinâmica. O conceito de “um ônibus a mais” é a forma de contribuir para a não multiplicação de estímulos visuais da cena urbana.


As estações modulares, concebidas em estrutura metálica, chegam ao canteiro de obras com a estrutura montada, o que permite rapidez e qualidade no produto final e agilidade na implantação. O fechamento em ACM (aluminum composite material) também é um componente que traz eficiência ao projeto, pois pode ser replicado em diferentes regiões da cidade ou até mesmo em outras regiões do país.  

O controle de acesso à estação é realizado através de catracas e é pensado também para o acesso de portadores de necessidades especiais. O BRT também traz conforto ao usuário, pois a utilização de vidro e chapas perfuradas para o fechamento lateral permite visibilidade, iluminação e ventilação natural.  

 Ficha Técnica

• Arquitetura: Gustavo Penna Arquiteto e Associados
• Localização: Belo Horizonte - Minas Gerais, Brasil
• Equipe: Gustavo Penna, Norberto Bambozzi, Laura Penna, Naiara Costa, Carolina Castro, Henrique Neves, Gabriel de Souza, Marcos Martins, Natália Ponciano, Juliana Sousa, Eduardo Magalhães (trainee)
• Área: 300.0 m2
• Ano do projeto: 2014
• Fotografias: Jomar Bragança










fonte:http://www.metalica.com.br

Engenharia & Negócios: Melhor hotel do Brasil

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Prisão preventiva de Lula soa bem no mercado

Ibovespa fecha em alta em meio a notícias sobre pedido de prisão preventiva de Lula


  A Bovespa fechou em alta de quase 2% nesta quinta-feira, com o noticiário político novamente ditando o tom do pregão, em meio a notícias de que o Ministério Público de São Paulo teria pedido a prisão preventiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
De acordo com dados preliminares, o Ibovespa subiu 1,85%, a 49.564 pontos. O índice subiu 2,7 %, para 49.974 pontos, na máxima da sessão, assim que surgiram as primeiras notícias sobre um eventual pedido de prisão do ex-presidente.
O volume financeiro foi novamente forte e totalizava R$ 10,66 bilhões antes do ajuste de fechamento.
(Por Paula Arend Laier)
VA

Fonte: financista.com.br

Indústria eólica pode gerar 50 mil novos empregos em 2016 no Brasil

Indústria eólica vai gerar 50 mil novos empregos em 2016 no Brasil, segundo associação 

Dados são da Abeeólica e R$ 20 bilhões devem ser investidos em novos parques

Com previsão de novos 175 novos parques eólicos, o Brasil deve abrir cerca de 50 mil novos postos de trabalho em 2016, segundo estimativas da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica). A entidade espera serem investidos R$ 20 bilhões na construção de novos parques, que irão gerar mais de três Gigawatts (GW) de energia no país.

Ao se considerar apenas o mercado regulado (os consumidores de energia elétrica atendidos pelas distribuidoras de sua região), estima-se que, em 2016, entrarão em operação comercial 107 usinas eólicas, de acordo com dados acompanhados pela Secretaria de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia (MME).

Atualmente, o Brasil conta com 342 usinas eólicas em operação comercial, totalizando 8.294 MW de capacidade instalada, segundo dados da Agência Nacional de energia Elétrica (Aneel). Em 2015, foram liberadas para operação comercial 2.657 MW de energia eólica novos, distribuídos em 108 usinas eólicas, conforme consolidação da expansão da oferta de geração, apurada em janeiro deste ano.

Nos últimos cinco anos, o número de usinas de geração de energia eólica no Brasil quadruplicou. O montante representa uma expansão de 6.208 megawatts (MW) de capacidade instalada que, ao final de 2015, totalizou 7.633 MW, contra os 1.425 MW de 2011. Segundo o Plano de Decenal de Expansão de Energia – PDE 2024, a capacidade instalada eólica no País deve alcançar 24 mil MW até 2024, com 11,5% do total.

Além de reforçar a segurança energética do país, o avanço do setor de energia eólica no Brasil também ajuda no processo de desenvolvimento social e econômico de regiões de baixa renda. No semiárido nordestino, região onde vivem, principalmente, pequenos agricultores, a chegada de parques eólicos garante renda complementar, devido ao arrendamento de parte da terra para a instalação das torres.

fonte:ecycle.com.br

Reforma do Estádio Camp Nou do Barcelona

Reforma foi aprovada por sócios, conselheiros do clube, arquitetos  e prefeitura de Barcelona

Os sócios do clube espanhol fizeram uma votação para a aprovação da reforma do Estádio Camp Nou construído em 1957, a obra esta orçada em mais de 600 milhões de euros e começará em 2017 com previsão de termino em 2021

O projeto pretende aumentar a capacidade de publico de 99.784 para mais  105 mil lugares, cobertura para todos os setores, estacionamento subterrâneo, novo ginásio e museu remodelado. Também será criado um espaço exclusivo para sócios moradores do bairro de Les Corts, na rua que separa o Camp Nou do Mini Estadi, onde o time B realiza seus jogos.

- Hoje vimos uma grande festa democrática do "barcelonismo". Um episódio histórico que será recordado pelas próximas gerações de culés. Hoje foi um dia que o sócio do Barcelona mostrou sua singularidade e inteligência - exaltou o presidente do Barcelona, Josep Maria Bartomeu.

O projeto vencedor foi da equipe do estúdio japonês NIKKEN SEKKEI em conjunto com a Joan Pascual i Ramon Ausió Arquitectes, da Catalunha, foi a vencedora do concurso arquitetônica que foi aberto pelo clube catalão.

A proposta foi escolhida por uma comissão que tinha cinco membros do clubes, três do Colégio de Arquitetos da Catalunha (COAC), e um da prefeitura de Barcelona, na presença de Josep Maria Bartomeu, presidente do clube. Segundo o comunicado do Barça, o projeto foi aceito por ser "aberto, elegante, sereno, atemporal, mediterrâneo e democrático". Além de dar a amplitude necessária à instalação.
 A ideia do projeto é valorizar não só o Camp Nou mais também o entorno do estádio.

- Escolhido um grande projeto. Valorizamos todos os elementos que a equipe nos mostrou. Estamos muito satisfeitos com o resultado, que foi escolhido por unanimidade. É o que melhor incorpora tudo o que queremos - disse Jordi Moix, comissionário do Espai Barça, órgão que cuida do projeto:
- Valoriza a tradição, mas traz o estádio para o século 21. Quero agradecer às equipes participantes, mas estou seguro que os barcelonistas vão aproveitar muito desse estádio - disse Jordi Moix, comissionário do Espai Barça, órgão que cuida do projeto.


 








 fontes:esportes.terra.com.br e globoesporte.globo.com

Fotos do belo estádio dos Rams em Los Angeles

                           Conheça o projeto do estádio dos Rams em Inglewood

             Menos um time em dome a partir da próxima temporada com a mudança dos Rams para Los Angeles. A equipe construirá um estádio com características futurísticas e com construção avaliada em cerca de US$ 1,8 bilhões. O projeto já saiu do papel e promete ser bem legal.

             O estádio, com nome de City of Champions, será construído em Inglewood, cidade próxima a Los Angeles e com capacidade para 70 mil pessoas. Atualmente, o terreno que abrigará a nova casa dos Rams é um hipódromo que faz parte de uma das empresas do dono da franquia (Stan Kroenke). A expectativa é que não precise de dinheiro público para o projeto ser concluído, e provavelmente estará pronto em setembro de 2018.
Até o término da construção, a partir da próxima temporada os Rams deverão jogar no Memorial Coliseum, que atualmente é casa do USC Trojans.
















 fonte:http://extratime.uol.com.br