Patrocínio

U.S. Bank Stadium, novo estádio dos Vikings, testa suas luzes

O novo estádio do Minnesota Vikings está perto de ser aberto, e um teste de luzes mostrou todo o potencial da nova construção no centro de Minneapolis.
O U.S. Bank Stadium tem 5 paredes de vidro, e seu teto é de etileno tetrafluoretileno, o mesmo material usado no Cubo d’Água em Pequim, e no Allianz Arena, estádio dividido por 1860 Munique e Bayern de Munique. Por causa desses materiais usados na construção, o novo campos dos Vikings ganha um efeito visual bem legal deixando as luzes entrarem e saírem, e assim como o estádio alemão, as luzes podem mudar de cor dependendo do evento.



Para enfrentar a crise, construtoras do segmento de habitação popular otimizam a produtividade dos sistemas construtivos

Dificuldades não devem ser motivo para interromper a procura por desenvolvimento tecnológico e administrativo das obras

          


 fonte:techne.pini.com.br

         As empresas do segmento de habitação de interesse social (HIS) têm ajustado seus processos de engenharia à nova realidade do mercado - que enfrenta um declive acentuado após o forte crescimento dos últimos anos. Os avanços tecnológicos que foram incorporados ao know-how das construtoras nem sempre poderão ser mantidos, mas a busca por uma produtividade ampliada deverá nortear a atuação das empresas que quiserem sobreviver à crise econômica. 'A industrialização é a soma de três aspectos: pré-fabricação, mecanização e organização do trabalho. Se houver retrocesso na organização do trabalho e na mecanização, haverá comprometimento da produtividade - e, com custos altos, você não tem lugar no mercado de HIS', alerta Ubiraci Espinelli Lemes de Souza, professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) e diretor da Produtime Gestão e Tecnologia. 

             Para o professor Carlos Formoso, coordenador do Grupo de Gestão e Economia da Construção do Núcleo Orientado para a Inovação da Edificação (Norie), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), é comum que as construtoras invistam em equipamentos e sistemas inovadores, mas não necessariamente atentem para o planejamento da produção e do canteiro, considerando elementos como a confiabilidade na entrega de suprimentos, por exemplo. 'Os empreendimentos notáveis por sua industrialização não utilizam apenas pré-fabricação, por exemplo. São a soma de uma série de aspectos, que incluem até mesmo a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores', argumenta. 

               As dificuldades geradas pela crise não devem ser motivo para interromper a procura por desenvolvimento tecnológico e administrativo no segmento de HIS, em que as margens estreitas exigem produtividade superior. 'O caminho das empresas inteligentes nesse momento é o investimento para melhorar tecnologia e gestão, preparando-se para a retomada do mercado - que, não demora muito, deve acontecer', aconselha Espinelli.

Pokémon Go pode ser nova ferramenta de marketing

   


    Pokemon Go: "Não existia uma plataforma social de geolocalização que pode atrair tantas pessoas de uma só vez"

Fonte: exame.com

 O jogo Pokémon Go, que em tempo recorde alcançou o topo nas lojas de aplicativos da Apple e Android, parece pronto para desafiar as empresas de Internet especializadas em aumentar o fluxo de pessoas em pequenos negócios e pode acabar tendo um papel no marketing de grandes marcas, de acordo com especialistas da indústria.
O jogo de realidade aumentada da Nintendo alcançou mais de 65 milhões de usuários nos Estados Unidos em apenas sete dias após o lançamento e já está ajudando restaurantes locais, cafés e pequenos varejistas a atrair novos clientes.

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O pizza bar L'inizio em Long Island, em Nova York, afirma que suas vendas saltaram 75 por cento no fim de semana pela ativação do recurso "módulo de atração" que atrai personagens Pokémons virtuais para a loja, assim atraindo jogadores próximos.
O gerente da loja gastou 10 dólares para ter uma dúzia de personagens Pokémon colocados no local, de acordo com um relatório do New York Post.
Esse tipo de efeito instantâneo é uma ameaça potencial para as relativamente novas empresas que revolucionaram o marketing online para pequenas companhias nos últimos anos, como Groupon, LivingSocial e Foursquare, entre outros.
O site de notícias de tecnologia Gizmodo disse na quarta-feira que um estudante na Austrália descobriu um código de programação dentro do jogo que indicava um sistema de patrocínio e citou o nome da rede de fast food McDonalds
A rede não comentou o assunto ou qualquer de seus planos de marketing. Especialistas em marketing disseram que pequenas empresas podem se voltar cada vez mais para o Pokémon Go - e redirecionar alguns dos seus gastos com marketing - à medida que o games atraia uma base maior de usuários.
"Com Pokémon Go, você está vendo o jogo como uma maneira de passar por cima de um monte de canais digitais (marketing) que as lojas têm confiado nos últimos anos", disse Christophe Jammet, diretor de mídia social e móvel da consultoria DDG em Nova York.
"Não existia uma plataforma social de geolocalização que pode atrair tantas pessoas de uma só vez."
Muitas lojas estão propagando ser "Poke Stops", um lugar onde os jogadores podem pegar novas bolas Pokémon e aumentar o seu nível de poder dentro do aplicativo, para atrair clientes.
Especialistas dizem que é apenas uma questão de tempo antes de grandes marcas se juntarem a esse movimento. "Eles já estão olhando para isso", disse Tom Kelshaw, diretor de tecnologia da Maxus Global, um grupo de gestão de investimentos em mídia de Nova York.

Irlanda diz que cresceu 26% em 2015. Como isso é possível?



 fonte:Exame.com

               O governo da Irlanda anunciou ontem uma revisão dos seus números de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2015.
Os 7,8% anunciados anteriormente foram multiplicados em quase 4 vezes para impressionantes 26%, taxa sem paralelo em nenhum lugar do mundo.
Crescimento de dois dígitos é raro e costuma estar reservado a países pobres, que partem de uma base de comparação baixa. A maior taxa de crescimento da história da China, por exemplo, foi de 19,4% em 1970.
Na verdade, o número da Irlanda foi inflado por causa de uma prática chamada de inversão corporativa. Várias empresas estão transferindo sua sede fiscal para a Irlanda porque lá a taxa de impostos é baixa.
Uma empresa americana grande pode comprar uma pequena empresa irlandesa, por exemplo, e transferir todos os seus ativos para ela. Na prática, a operação continua a ser internacional, mas no papel, entra como movimentação para dentro da Irlanda.
“O que acontece é que a folha de balanços inteira de uma empresa que se realoca de algum outro lugar para a Irlanda entra como estoque de capital ou posição de investimento internacional", diz Michael Connolly, estatístico sênior no Escritório Central de Estatísticas, para o The Guardian.
O jornal britânico cita três empresas americana que fizeram o esquema: a farmacêutica Allergan, a Medtronic, de tecnologia médica, e a Tyco, de sistemas de segurança. A importação de aeronaves para leasing internacional também teve um impacto grande.
"Outro exemplo famoso é o do Google, que transferiu sua propriedade intelectual para sua subsidiária nas Bermudas e utiliza uma subsidiária na Irlanda para coletar seus lucros na Europa. Essa subsidiária irlandesa manda os royalties para a holding nas Bermudas através de uma corporação compartilhada na Holanda", explica Gabriel Zucman, economista francês especialista em paraísos fiscais, em entrevista para EXAME.com.
Esses esquemas fiscais tem chamado a atenção da União Europeia, que abriu em 2014 uma investigação ainda em curso que tem a Apple como principal alvo.
A Irlanda viu seu investimento direto triplicar em 2015 de US$ 31 bilhões para US$ 101 bilhões segundo o último relatório da Unctad, que aponta as operações de domicílio fiscal como um dos responsáveis pelo salto.
Isso não significa, é claro, que a Irlanda não esteja bem. O país foi uma das principais vítimas da crise de 2008 e era parte do infame grupo dos PIGS, mas também foi o primeiro a reemergir após pacotes duros de cortes de despesas, aumentos de impostos e reformas.
Sua economia é bastante ligada a dos Estados Unidos, que está em recuperação, e as exportações foram auxiliadas por um euro enfraquecido.
"Não há dúvida de que a Irlanda tem uma economia voltada para a exportação e que isso está sendo impulsionado por investimento estrangeiro direto americano. Mas esses pulos enormes de crescimento não estão vinculados a bens e serviços reais. Não deveriam estar nos números de PIB", diz um post no blog de Seamus Coffey, professor de Economia no University College Cork.
É problemático que o PIB seja tão distorcido, já que ele serve de base para vários outros cálculos. Do dia para a noite, a renda per capita disparou e a dívida pública foi de 93% para 79% do PIB.
Economistas dizem que para saber o crescimento real do país, é melhor olhar para números como o de aumento do consumo em 4,5% - ainda assim suficientes para fazer da Irlanda a economia que mais cresce na Europa.

Prévia da inflação é a menor para março desde 2012

IPCA-15, considerado a prévia da inflação oficial, desacelerou de 1,42% em fevereiro para 0,43% em março, com menor alta dos alimentos, diz IBGE

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial, desacelerou para 0,43% em março, sobre alta de 1,42% no mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pesquisa da Reuters com economistas estimava alta de 0,55% para o período. O resultado foi menor para março desde 2012, quando ficou em 0,25%.

No acumulado dos últimos 12 meses, o índice foi de 9,95%, recuando dos 10,84% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.

Dos nove grupos pesquisados, apenas os Artigos de Residência e de Vestuário deixaram de apresentar desaceleração nas taxas de crescimento, quando comparadas ao mês anterior.
Alimentos e Bebidas, responsáveis por 46% do índice do mês, tiveram redução significativa, passando de 1,92% de fevereiro para 0,77% em março, de acordo com o IBGE. Entre os destaques de baixa estão o tomate (-19,21%) e a batata-inglesa (-4,61%).

O grupo Habitação também contribuiu para a baixa deste mês, passando de alta de 0,40% em março para deflação de 0,52% em março. Dentro deste grupo, o destaque foi o item energia elétrica, que registrou queda de 2,87% neste mês. Também em queda, o grupo Transportes passou de 0,45% em fevereiro para 0,08% em março.

Por região, os maiores foram os de Goiânia (0,67%) e de Porto Alegre (0,66%). Já o menor índice foi registrado na região metropolitana do Rio de Janeiro (0,11%).

 fonte:veja.abril.com.br

Desemprego atinge 8,2%

Resultado é maior do que o registrado em janeiro, de 7,6%, e também superior ao visto em fevereiro de 2015, de 5,8%, segundo dados da PME



O desemprego no Brasil atingiu 8,2% em fevereiro, índice maior do que o registrado em janeiro, de 7,6%, e também superior ao visto em fevereiro de 2015, de 5,8%, segundo informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quarta-feira. O resultado foi o maior para o segundo mês do ano desde 2009, quando chegou a 8,5%. Considerando todos os meses, é a mais elevada desde maio de 2009, quando ficou em 8,8%.
Em fevereiro, a população desocupada cresceu 7,2% em relação a janeiro e alcançou 2 milhões de pessoas. Já na comparação com o mesmo mês de 2015, o aumento foi de 39%. Já a a população ocupada foi estimada em 22,6 milhões, uma queda de 1,9% em relação ao mês anterior e de 3,6% sobre fevereiro do ano passado.
Já o rendimento médio real dos trabalhadores foi estimado em 2.227 reais. Este resultado ficou 1,5% menor do que o estimado em janeiro (2.262 reais) e 7,5% abaixo do apurado em fevereiro de 2015 (2.407 reais).

fonte: veja.abril.com.br

Mesmo com Estação MOVE cai número de passageiros de ônibus em Belo Horizonte


Apesar da implantação do Move, total de passageiros das linhas da capital mineira recua pelo sexto ano consecutivo. Crise econômica e maior número de feriados puxam a queda.

Moradora na Pampulha, Daniela Martins, de 28 anos, planeja comprar uma moto, em abril próximo, para “não sofrer mais nos ônibus em Belo Horizonte”. Por diferentes motivos, o número de passageiros no principal transporte público da capital vem caindo. Nem mesmo o Move, que este mês completou dois anos, foi capaz de evitar quedas surpreendentes. Em direção oposta, a frota na cidade continua avançando.

Pela sexta vez consecutiva, o total de passageiros nas linhas da cidade, incluídas as que não integram o Move, recuou no confronto de meses idênticos em anos contínuos. No último levantamento, por exemplo, houve uma diminuição de 3 milhões de usuários entre janeiro de 2016 (30.692.468 pessoas) e o de 2015 (33.746.576) – recuo de 9,1%.

Já a frota aumentou em quase 50 mil unidades na mesma base de comparação, de 1.662.305 unidades para 1.711.139 – alta de 2,9%. O mesmo percentual foi apurado na comparação entre todo o acumulado de 2014 e o de 2015, quando o número de veículos foi de 1.664.487 para 1.714.233. Por outro lado, houve queda no total de passageiros nos ônibus da cidade.

Quase 9 milhões de usuários deixaram de embarcar nos coletivos de BH no confronto entre os últimos dois anos: 448.316.052 pessoas, em 2014, e 438.937.197 em 2015 – redução de 2%. Daniel Marx, diretor de Transporte da BHTrans, atribui diferentes mudanças para cada base de comparação.

De acordo com ele, a queda no número de usuários no confronto entre 2015 e 2014 se deve, em grande parte, aos feriados nacionais e aos números de fins de semana. No ano passado, 10 feriados nacionais caíram em dias úteis. No outro, oito datas.

“Esse percentual (2%) deve-se aos sábados, domingos e feriados. Se o feriado cai numa terça ou numa quinta, por exemplo, muita gente emenda. Portanto, o percentual está dentro da margem de feriados e dias úteis atípicos”, disse ele, ponderando, contudo, que a queda relacionada ao confronto entre os meses de janeiro de 2016 e 2015 ocorre, sobretudo, em relação à crise econômica.

“Em momento de crise, há fator favorável e desfavorável ao transporte. Se a crise gera aumento de desemprego, é uma situação desfavorável, pois é menos pessoas indo trabalhar”, avaliou. E a taxa de desocupação subiu nessa base de comparação. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o percentual de desocupados quase dobrou de um ano para o outro.

A taxa entre a população desempregada na cidade subiu de 4,1%, em janeiro de 2015, para 6,9% na capital no mesmo mês desse exercício. O aumento no chamado exército de mão de obra à disposição do mercado puxa para baixo a média dos salários oferecidos pelos empregadores. Em BH, para se ter ideia, o rendimento médio caiu de R$ 1.440,96 para R$ 1.255,06.



AJUSTE A professora da PUC Minas Andreia Santos, especialista em trânsito e doutora em sociologia, avalia que as quedas no número de passageiros de transporte público estão relacionadas, sobretudo, à migração para o uso de veículos privados e ao desemprego. Ela destaca ainda que, no caso do Move, “dois anos ainda é considerado tempo de ajuste do sistema”.

Porém, ela avalia que algumas mudanças precisam ser feitas, como aumentar a quantidade de bairros atendidos pelo sistema. “Alguns bairros ficaram desguarnecidos”.

O engenheiro Mateus Araújo Maia, especialista em transporte, observou, no artigo “Inconsistência na estrutura de transporte público das cidades brasileiras”, que, dependendo da área, o Move disputa espaço com veículos comuns. “O corredor (do Move), com via exclusiva de segregação total por canaleta para tráfico de ônibus da cidade de Belo Horizonte, não se estende às principais origens e destinos que têm o maior fluxo de usuários”.

Fonte:www.em.com.br/

 

Boa Hora, supera expectativas

Projeto que reúne 19 grandes incorporadoras e construtoras de Minas, Boa Hora surpreende mercado. Em apenas uma semana foram mais de 23 mil acessos ao site

Central Park Shopping & Residence - Concreto Engenharia/Divulgação


Pouco mais de uma semana depois de seu lançamento, o projeto Boa Hora – iniciativa de 19 das maiores incorporadoras do mercado imobiliário de Minas Gerais, com o apoio do Sindicato da Construção Civil do Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG) –, já está rendendo frutos. O portal (www.boahorabh.com.br), que reúne parte dos estoques das empresas em um único ambiente virtual com preços e condições de negociação mais favoráveis aos clientes, vem atraindo interessados e se mostrando ótima ferramenta de aproximação entre as construtoras e seus clientes. plataforma disponibilizará ao público, até 3 de maio, boas oportunidades de imóveis residenciais e comerciais. São 43 empreendimentos, avaliados em cerca de R$ 500 milhões. O principal objetivo da inédita união das incorporadoras em Minas é mostrar ao consumidor que este é o momento ideal para o investimento imobiliário, já que os lançamentos futuros terão, invariavelmente, preços acima dos praticados atualmente.

Disponibilizado ao público na noite do último dia 3, o portal Boa Hora, segundo Tarcio Barbosa, integrante do comitê responsável pelo projeto e diretor de marketing e vendas da Canopus, “surpreendeu”. Em uma semana, foram mais de 23 mil acessos ao site e 100 mil visualizações de páginas. Os imóveis foram segmentados em quatro faixas de preço: até R$ 250 mil; de R$ 250 mil a R$ 500 mil; de R$ 500 mil a R$ 750 mil; e acima de R$ 750 mil. Empreendimentos residenciais e comerciais são oferecidos simultaneamente, mas a interface inteligente da plataforma se adapta ao perfil do usuário, otimizando as buscas e melhorando a experiência do usuário. “É interessante observar que existe a procura nos quatro segmentos e muitos dos visitantes do portal já se cadastraram e demonstraram interesse pelos imóveis”, analisa Barbosa.

Segundo os dados apresentados, a relação entre os visitantes do portal e os que se inscreveram e demonstraram interesse por um imóvel específico foi bem alta. Foram mais de 4 mil cadastrados em pouco mais de uma semana de funcionamento, número que representa 17% das pessoas que visitaram o site.

“Se conseguirmos manter esse ritmo, vai ser um bom negócio para todas as 19 construtoras participantes do projeto. Não tenho os números de cada um, pois é bem individual, mas sei que, mesmo nesse curto período, já foram realizadas vendas. No caso da Canopus, já tivemos várias propostas. O resultado está superando nossas expectativas”, aponta o executivo.

Fazem parte do projeto as construtoras Canopus, Conartes Engenharia, Concreto Empreendimentos, Direcional Engenharia, EPO Engenharia, Katz, MASB Desenvolvimento Imobiliário, MRV, NeoCasa, Novolar, Patrimar Engenharia, PHV, Precon Engenharia, RKM Engenharia, Sancruza Incorporações, Somattos, Terrazzas, Tetum Engenharia e Valadares Gontijo. Para Barbosa, o impacto inicial do Boa Hora “está deixando todos muito animados”.

O executivo afirma que, mais que curiosos, o perfil das pessoas que acessam o portal, pelo número de cadastros, concentra pessoas realmente interessadas em adquirir um imóvel. “Sinto que a qualidade das pessoas que estão acessando o site são de interessados em comprar, e não só por curiosidade, para ver se tinha alguma coisa especial. Acho que a campanha acertou. O mote foi muito bom e a linguagem acertada, despertando real interesse na população”, comenta.

ESTÍMULO O anúncio das novas regras de financiamento da Caixa Econômica Federal nesta semana foi, segundo Barbosa, mais uma boa notícia para o setor. O banco público voltou a financiar 80% do valor do imóvel, estimulando ainda mais o mercado imobiliário da capital, que, nos primeiros meses deste ano, já apresentou reaquecimento.

“Voltamos a buscar aqueles que tinham perdido a condição de compra e essa notícia é mais um estímulo para que a pessoa volte a procurar, até pelo receio de a regra mudar outra vez. Estamos em um cenário de muita instabilidade. Na hora em que você dá uma notícia dessa, existe uma camada da população que volta ao mercado para responder a isso. Muitos que estavam procurando imóvel foram obrigados a desistir quando a Caixa anunciou a alteração da condição de financiamento. Com a mudança na regra, essa pessoa vai correr para realizar seu sonho de ter a casa própria. E quer decidir o mais rápido possível, por receio de perder a oportunidade”, completa.


CONFIRA ALGUMAS OPORTUNIDADES
ATÉ R$ 250 MIL
Ville Bélgica Betim - Precon/Divulgação Ville Bélgica Betim

» Ville Bélgica Betim
Construtora: Precon
• Rua São Julião, 217, São João
• 2 quartos
• 47,4m²
• 1 vaga de garagem
Diferenciais: Espaço gourmet; quadra poliesportiva

» Gran Felicitá
Construtora: Direcional
• Avenida Presidente Tancredo Neves, 3.020, Castelo
• 1 quarto com closet, 2 e 3 quartos com suíte
• 56m² a 71m²
• 1 e 2 vagas de garagem
Diferenciais: Piscina adulto e infantil, churrasqueira, bar, deque, salão de festas, fitness, quadra, solarium, salão de jogos, varanda de jogos, espaço família, espaço gourmet, quadra, playground, sauna, bicicletário, espaço de convivência, praça de leitura, campo gramado, espaço kids, praça de lazer, pista de caminhada

» BHM 2600 Empresarial
Construtora: EPO
• Avenida Barão Homem de Melo, 2.600, Nova Granada
• Salas a partir de 31,5m²
• 2 andares de garagem
Diferenciais: 4.000m² de área construída, 2 lojas no térreo de 400m² e 451m², 2 salas cobertura com terraço, 2 elevadores, banheiros para visitantes adaptados para portadores de necessidades especiais
em todos os pavimentos

ENTRE R$ 250 MIL E R$ 500 MIL

» Central Park Shopping & Residence
Construtora: Concreto
• Avenida Úrsula Paulino, 1.321, Betânia
• 2 quartos e 3 quartos com suíte
• 54,84m² a 74,69m²
• 1, 2 e 3 vagas de garagem
Diferenciais: Quadra, playground, salão de festas, piscina adulta e infantil, sauna, espaço kids, home theater

» Constelação
Construtora: Canopus
• Rua José da Silva Passos, 355, Alto Boa Vista
• 2 e 3 quartos, com suíte e varanda
• 60,09m² a 77,33m²
• 1 e 2 vagas
Diferenciais: Espaço gourmet com churrasqueira, piscinas infantil e adulto com deque molhado e raia, salão de festas, quadra poliesportiva, espaço fitness, playground

DE R$ 500 MIL A R$ 750 MIL

Central Park Shopping & Residence - Concreto Engenharia/Divulgação
Central Park Shopping & Residence
Ville Celestine - PHV Engenharia/Divulgação Ville Celestine

» Ville Celestine
Construtora: PHV
• Avenida Guaicuí, 596, Luxemburgo
• 1 ou 2 quartos
• 88,23m²
• 2 vagas de garagem
Diferenciais: Área de lazer com piscina adulto com raia e infantil, playground, salão de jogos, sauna e descanso, espaço fitness, churrasqueira, espaço gourmet, salão de festas, sanitários

» Today Residence
Construtora: Terrazzas
• Rua Pedro Sigaud, 385, Grajaú
• 2 e 3 quartos
• Apart hotel
• 1 vaga de garagem
Diferenciais: Sauna, lounge panorâmico, piscina com borda
infinita e spa


A PARTIR DE R$ 750 MIL
» Condomínio Bordeaux Residence

Construtora: Conartes
• Avenida de Ligação, 620, Vila da Serra (Nova Lima)
• 4 suítes, sendo a master com hidro e closet
• 230m², 253,32 m², 293,89m², 333,20m²
• 4 ou 5 vagas de garagem
Diferenciais: Churrasqueira, piscina aquecida infantil, playground, piscina com raia, aquecida e coberta, sauna a vapor integrada à piscina, espaço de descanso, piscina aquecida descoberta, quadra esportiva, quadra de tênis de saibro coberta, espaços fitness, gourmet e kids,dois salões de festas, home cinema, salão de jogos,
espaço mulher, espaço

» Residencial Springfield
Construtora: Patrimar
• Rua Tavares Bastos, 413, Cidade Jardim
• 4 quartos, sendo 2 suítes e 2 semissuítes
• 143m² a 281m²
• 3 e 4 vagas de garagem
Diferencias: Lazer completo entregue mobiliado e decorado, piscina climatizada e infantil, sauna, espaços kids, massagem e gourmet, salão de festas, playground, fitness, quadra e salão de jogos

Condomínio Bordeaux Residence - Conartes Engenharia/Divulgação
Condomínio Bordeaux Residence

 FONTE:estadodeminas.lugarcerto.com.br

Sem licenças, Vale pode cortar metade das operações em Minas Gerais

fonte:Otempo

Num momento em que falta dinheiro no Estado até mesmo para pagar os salários dos servidores, a Vale, uma das maiores geradoras de impostos, anuncia que se o governo mineiro não liberar licenciamentos ambientais pendentes e essenciais para manter as operações, a empresa terá que cortar pela metade a produção de minério de ferro em Minas Gerais, nos próximos três anos. Ao todo, 88 projetos aguardam liberação de licenças, mas 25 seriam de extrema urgência. Segundo o gerente-executivo de planejamento estratégico da Vale, Lucio Cavalli, o caso mais crítico é o da mina de Brucutu, que pode ser paralisada no próximo mês. Mas também correm risco minas em Itabirito e Itabira. 

Na divisa de São Gonçalo do Rio Abaixo e Barão de Cocais, Brucutu é a maior mina da Vale em Minas, com produção aproximada de 30 milhões de toneladas/ano. Cavalli afirmou que a barragem de rejeitos da mina de Brucutu está operando em seu nível máximo e precisa de uma nova, que já está pronta há mais de seis meses, esperando só a Licença de Operação. “Se não conseguirmos, teremos impacto na empregabilidade”, disse. 

Prefeitos da região estão preocupados. “Se a mina fechar por falta de barragem, vai ser um impacto violento para toda a região. Só de empregos diretos são mais de 3.000”, afirma o prefeito de Barão de Cocais, Armando Verdolin.

O presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Fernando Coura, afirma que não gosta nem de pensar na possibilidade da Vale reduzir a produção. “Ela é hoje a empresa que mais compra no Estado, é a maior consumidora de energia elétrica e combustível; é a maior demandante de serviços como transporte, padaria segurança, materiais como rolamento, uniformes, manutenção. E aí você pode imaginar: Minas sem minas é Minas sem coração”, afirma Coura. 

Segundo ele, no exato momento em que a Vale deixar de produzir no Estado, vai transferir para outro local, como o Pará e até mesmo para outros países, como Austrália ou Canadá. “Uma vez transferida essa produção de minério de ferro, nunca mais vamos recuperar”, ressalta Coura. Ele acredita que o governo mineiro vai liberar as licenças. 

A demora na liberação das licenças tem sido atribuída ao aumento do rigor desde a tragédia da barragem da Samarco, quando foi criada uma força-tarefa para analisar minuciosamente os pedidos. Segundo o deputado estadual Gil Pereira (PP), também falta mão de obra no sistema responsável. “Vamos mostrar ao governador a importância de se liberar essas licenças, para que ele seja sensível à geração de empregos. Depois do acidente da Samarco, criou-se uma demonização da mineração, mas tudo de importante que ela fez para o Estado não pode ficar para trás. Vamos cobrar celeridade”, afirma Pereira. 

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) informa que o pedido de concessão da Licença de Operação da barragem de rejeitos da mina Brucutu da Vale foi feito em agosto de 2015 e aguarda informações complementares pedidas à mineradora no dia 3 de novembro, dois dias antes da barragem da Samarco desabar. 

Em espera

Barragem Norte -Brucutu ( Necessidade: fev./2016)
LP/LI da Alteamento Barragem Itabiruçu ( Necessidade: Jun./2016)
LP/LI da disposição de Rejeito na Cava Cauê (Necessidade: Jul./2016)
LP da Barragem Maravilhas III (Necessidade:Jun./ 2016)
LP/LI da disposição de Lama Mina de Alegria (Necessidade: Mar./2016)
Gerdau tem prejuízo de R$ 3,1 bi

SÃO PAULO
. A Gerdau teve um prejuízo líquido ajustado de R$ 3,17 bilhões no quarto trimestre de 2015, revertendo lucro de R$ 393 milhões no mesmo período de 2014. No ano, a companhia reportou um prejuízo consolidado de R$ 4,596 bilhões frente lucro de R$ 1,488 bilhão em 2014. O balanço da companhia foi divulgado nesta terça.

O resultado foi afetado por impairment, ou seja, perdas pela não recuperabilidade de ativos, que no quarto trimestre alcançaram R$ 3,129 bilhões.

Desse total, a companhia explica que R$ 1,2 bilhão foi registrado como ágio na operação de negócios (ON) América do Norte, R$ 1,1 bilhão como ágio na de Aços Especiais e R$ 835 milhões no imobilizado da operação Brasil.

Deputados pedirão intervenção do governo na Usiminas
Deputados estaduais vão pedir ao governador Fernando Pimentel que interceda junto aos sócios da Usiminas, em busca de uma solução para a crise da siderúrgica. Segundo o deputado Antônio Carlos Arantes (PSDB), autor do requerimento, num primeiro momento o Estado pode agir como mediador entre ítalo-argentinos e japoneses, que não se entendem na gestão interna. “Num segundo momento, depois que os sócios resolverem, o governo do Estado pode sentar com eles e discutir questões fiscais e linhas de financiamento, por exemplo”, afirma Arantes.

Durante audiência pública realizada nesta terça, o vice-presidente da Força Sindical, Luiz Carlos Miranda, disse que a atual crise não tem a ver com gestão, mas sim com falhas das políticas do governo federal, por não proteger o mercado interno de aço, deixando a China colocar o produto até 30% mais barato. “Em 2010, a previsão de consumo de aço no Brasil era de 20 milhões de toneladas. Em 2011, a Usiminas investiu R$ 14 bilhões, apostando neste cenário, mas hoje a demanda caiu para 10 milhões.”

Segundo o deputado Agostinho Patrus, hoje existem dois caminhos possíveis. “Ou um sócio compra a parte do outro, ou separam os ativos. Não é possível que os mineiros convivam com a desvalorização e o prejuízo”, disse o deputado.

Custo da cesta básica em fevereiro aumenta em 13 capitais e cai em 14

A Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos aponta que as maiores altas na comparação com janeiro ocorreram na região Norte
 


O primeiro bimestre do ano foi particularmente mais oneroso para os moradores de Manaus / Foto: IDEME

O primeiro bimestre do ano foi particularmente mais oneroso para os moradores de Manaus

Foto: IDEME


O preço da cesta básica em fevereiro aumentou em 13 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), mas caiu em outras 14 localidades. A Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos divulgada nesta segunda-feira (14) aponta que as maiores altas na comparação com janeiro ocorreram na região Norte, enquanto as maiores quedas foram registradas em Vitória, Palmas e Campo Grande.

Os principais destaques de alta do mês ficaram por conta de Macapá (8,93%), Belém (8,64%) e Manaus (7,92%). Na outra ponta, Vitória (-8,45%), Palmas (-7,80%) e Campo Grande (-6,00%) registraram a maior deflação. 

Em São Paulo, onde o custo da cesta básica é mais elevado (R$ 443,40), o indicador apresentou retração de 1,10% na comparação entre fevereiro e janeiro deste ano.

Quando considerado o período de dois meses, o primeiro bimestre do ano foi particularmente mais oneroso para os moradores de Manaus (19,05%), Aracaju (18,43%) e Belém (15,60%). As únicas capitais a apresentarem queda no período foram Porto Alegre (-1,78%) e Campo Grande (-0,15%).

Salário

De acordo com o Dieese, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas em São Paulo deveria ser equivaler a R$ 3.725,01, ou 4,23 vezes mais do que o mínimo de R$ 880,00. Em janeiro, o mínimo necessário era estimado em R$ 3.795,24, ou 4,31 vezes o piso vigente, segundo o Dieese.

O levantamento considera o custo de São Paulo por se tratar da capital onde o preço da cesta básica é mais elevado.

fonte:jconline.ne10.uol.com.br