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Projeto da Arena do galo promete pressão maior que a do Horto



fonte:hoje em dia

Em pouco tempo, um gigante em preto e branco será erguido em Belo Horizonte. Mas, apesar das dimensões, o futuro estádio do Atlético, em terreno localizado entre a Via Expressa, a BR-040 e o Anel Rodoviário, no bairro Califórnia, terá o clima de “caldeirão” tão apreciado pela Massa.

Essa é a promessa do arquiteto Bernardo Farkasvölgyi, responsável pelo projeto da nova casa do Galo. A ideia é que, na nova arena, a torcida alvinegra possa exercer uma pressão ainda maior do que a praticada atualmente no Independência, quando totalmente ocupado.

Descendente de húngaros, Bernardo nasceu em Belo Horizonte e é torcedor fanático do clube mineiro. Com a marquise inspirada na torcida do clube, ele optou por desenhar o estádio em um formato mais oval, justamente para que as arquibancadas fiquem bem próximas ao gramado. A capacidade do estádio será de 50.060 lugares.

“O formato foi muito em função até do próprio terreno e da ideia de manter um caldeirão. Ele não é totalmente redondo, para que a torcida fique o mais próximo possível do campo. Realmente, estamos projetando uma atmosfera para que o estádio seja ainda mais caldeirão do que o próprio Independência. Isso é uma premissa do projeto”, detalhou, ao Hoje em Dia.

“Quando a torcida desce aquelas faixas pretas e brancas no Independência... Foi o que inspirou o desenho da marquise. Esse sentimento de ser atleticano, a existência do clube, me deram motivação de sobra”, acrescenta.

Inspiração

A modernidade da arena alvinegra tem referências europeias e nacionais. Em visitas técnicas, Bernardo foi até o Velho Continente para ver de perto três gigantes do futebol internacional.

“Visitamos outros estádio, e não foram poucos. Lá fora, fomos ao Santiago Bernabéu (Real Madrid), ao estádio do Dragão (Porto) e à Allianz Arena (Bayern de Munique), que é fantástica”, lembra o arquiteto.

No Brasil, o Beira-Rio (Internacional) foi a obra que mais chamou a atenção do responsável pelo projeto, seguido do Allianz Parque (Palmeiras). Já a Arena Corinthians, para ele, possui pontos positivos, mas falha por ter “luxo em exagero”.

“No Brasil, eu gostei muito do Beira-Rio. É um belo projeto. O estádio do Corinthians é interessante também, mas, no meu ponto de vista, achei muito luxuoso. Tem muito mármore e granito. Acredito que um estádio não precisa dessas coisas, apesar de ser uma bela arena, assim como o Allianz Parque”, avalia.

Este é o primeiro projeto de um estádio de futebol comandado por Bernando. O arquiteto foi também o responsável pela reforma da Sede de Lourdes e da Loja do Galo.

Conheça a nova arena do Detroit Red Wings

fonte:wp.clicrbs.com.br


Imagem: Red Wings/Divulgação

O Detroit Red Wings já planeja sua mudança. A tradicional franquia, que atua na Joe Louis Arena desde 1979, passará a jogar na New Detroit Arena a partir de 2017 — o local provavelmente terá um novo nome assim que os naming rights forem negociados.
A ideia de construir um novo palco começou em 2012. Com todos os detalhes de incentivos públicos acertados, a arena começou a ser erguida em setembro deste ano. O ginásio terá capacidade para 20.189 espectadores e segue uma tendência da NHL: a exigência por arenas modernas para manter as franquias onde estão.
A princípio, o local receberá apenas o Red Wings. O Detroit Pistons, da NBA, atua no The Palace of Auburn Hills desde 1988, mas fez recentes investimentos, avaliados em US$ 40 milhões, em reformas no local para evitar a mudança — que, apesar de possível, parece improvável no momento.